Mutirão – 31 de outubro de 2012

Local: Instituto Pindorama

Presentes:

  • Gabriel
  • Laura
  • Maitê
  • Pedro
  • Benny

Local: Oficina-Escola Mãos de Luz

Presentes:

  • João
  • Julie
  • Miris
  • Luar
  • Lucas

Hoje o mutirão foi de aprendizado.

Tomamos café da manhã juntos, no FicaBem: jabuticabas, néctar de jabuticaba, açaí com banana e limão, tudo orgânico.

Depois dividimos em dois grupos, de acordo com o interesse de cada um, e alguns foram participar do mutirão de montagem das barracas de bambu da Feira da Terra, no Instituto Pindorama, enquanto outros participaram do Encontro das Erveiras, na Oficina-Escola Mãos de Luz.

Como eu estava no segundo grupo, posso contar como foi.

As erveiras são senhoras que se encontram uma vez por mês pra trocar mudas, fazer pomadas medicinais, estudar… Alguns agricultores da região também participam do grupo, contribuem com espécies e ajudam a preparar as “poções”.

Dessa vez fizemos diversas tinturas com as plantas que cada uma levou: tanchagem, arnica, ipê roxo, sangue de dragão, alecrim, alfazema, mastruz, e mais algumas que eu posso ter esquecido.

O método é simples: colocar a parte da planta a ser usada (flores, folhas, casca, raíz) dentro de um frasco escuro, imersa em álcool. Deixar durante duas semanas, agitando diariamente. Depois é só coar, envasar novamente e está pronta pra usar!

Trouxemos algumas mudas e cascas pra casa e também nos deram a famosa “pomada milagrosa”, uma mistura de algumas dezenas de ingredientes naturais poderosos, preparada pelas erveiras.

Alguém conta como foi o mutirão do bambu, no Pindorama?

=P

Mutirão – 24 de outubro de 2012

 

  • Local: Casulo da Vovó (casa da Rosana)
  • Presentes:
    • Nenéns
      • João
      • Miris
      • Maitê
    • Adultos
      • Daniel
      • Gabriel
      • Julie
      • Laura
      • Luar
      • Lucas
      • Pedro Papaco

Começamos o mutirão por volta de 10:00h, depois do café de pão-de-quê (inhame, arroz, couve, salsinha) e vitamina (mamão, limão, banana, laranja, abacate, folhas do quintal).

O plano era conversar como nos organizaríamos para montar uma ecovila. A possibilidade disso acontecer é grande, então queríamos ver juntos quais seriam as ideias pra esse empreendimento.

Mas… como ontem os vizinhos presentearam a gente com três cachos enormes de juçara, mudamos pra mutirão de fazer açaí!

Na noite anterior, tiramos as frutinhas maduras do cacho e deixamos pernoitar de molho.

Durante o mutirão, pilamos o açaí e passamos em uma peneira, pra tirar a polpa.

As crianças, o chão, as mãos, tudo ficou roxo, lindo!

Engarrafamos toda a polpa pra depois congelá-la, porque ninguém vai dar conta de tanto açaí antes que estrague…

Tomamos o açaí com mamão, lima, limão, tudo orgânico, e almoçamos juntos — ervilha, batata e abóbora orgânicas, couve da horta e um empadão de aipim com adivinha o quê? AÇAÍ, claro!

Extraímos sementinhas de urucum de um pé que tem no sítio Arco-Íris e uma parte vamos deixar de molho em óleo de palma, pra fazer tinta pra pele, e outra parte vamos pilar e fazer pó pra usar na comida!

Mutirão – 17 de outubro de 2012

  • Local: Sítio Arco-íris
  • Presentes:
    • Adultos:
      • Gabriel
      • Julie
      • Laura
      • Luar
      • Lucas
    • Nenéns:
      • João da Terra
      • Maitê
      • Miris

Começamos o mutirão por volta de 6:20h.

Limpamos o bananal: tiramos (muitas) folhas de bananeira secas do chão e as amontoamos, pra usar futuramente como cobertura pra terra capinada e pra composteira. Isso também vai permitir que outras plantas cresçam junto com as bananas.

Também arrancamos as folhas velhas das bananeiras, pra dar mais força pras folhas verdes e pro crescimento das bananas.

 

Tomamos café-da-manhã às 8:30h. No elenco, vitamina de mamao-laranja-banana-menta-manjericão-salsinha-amêndoas-sementesdegirassol e pão integral de cebola e grãos. Voltamos pra labuta por volta de 9:10h.

Fomos verificar o atalho entre a Benfica e o sítio, pra reabrir a trilha e perguntar a quem mora no caminho se se importa que passemos vez ou outra por ali. Descobrimos que o caminho está ótimo (o pasto tem gado; o mato está baixo) e a única casa no caminho é de conhecidos. Uhul 🙂